Tag Archives: saúde
  • Vejo que muitos amigos e conhecidos meus têm esse mau hábito. Li esse artigo da minha nutri Dra. Patricia Davidson Haiat e achei legal compartilhar com vocês!
    BREAKFAST
    Qualquer motivo é suficiente para pular o café da manhã. Falta de apetite ao acordar, falta de tempo, preguiça… É preciso rever esse costume, pois a primeira refeição do dia é uma das mais importantes, pois ajuda a dar energia ao corpo, fornecendo nutrientes importantes e evitando uma eventual compulsão alimentar no período da tarde.

    Há um longo período de jejum entre a última e a primeira refeição. Ocorre que, durante seu período de sono, o organismo segue trabalhando para manter funções básicas como respiração, frequência cardíaca e circulação, que precisam de energia para ser realizadas.

    A regra não se aplica a todos, mas muitas pessoas necessitam receber energia assim que acordam para executar suas tarefas ao longo do dia com o melhor desempenho possível. E não é só isso: os tipos de alimentos ingeridos no café da manhã devem variar de acordo com as necessidades, metabolismo, rotina e objetivo individual.

    Fique alerta: se você pula o café da manhã e fica com vontade de comer chocolate à tarde, o jejum pode estar atrapalhando seu emagrecimento. Procure um profissional para analisar seu caso e possa orientá-lo devidamente.

    Cardápio de Café da Manhã Cetogênico:

    – Omelete com 2 ovos feitos no óleo de coco, tomate e cebola picadinhos e pimenta.
    – Shake com 100ml de leite de coco, 1/2 xícara de frutas vermelhas e pedras de gelo.
    – 1/4 de abacate com 1 colher de sobremesa de chia + 5 ovinhos de codorna.

    Cardápio de café da manhã proteico:

    – Iogurte grego com polpa de açaí + ovos mexidos com espinafre
    – Frutas vermelhas com quino + queijo de búfala ou ricota
    – Pasta de grão de bico com frango + suco verde com clorofila

    Fonte:
  • Engana-se quem pensa que na cozinha todo óleo é igual: o ingrediente primário de qual cada produto é feito determina não só ganhos imensuráveis para a saúde de quem o consome como também qual tipo de utilização ele permite.

    Vejam as particularidades de cada um abaixo e sigam para as compras sabendo qual escolher:

    OLEO

    Óleo de uva

    Benefícios do uso: Rico em vitamina E, é um super antioxidante que ajuda na revitalização da pele. É rico também em Omega 6, que é um ácido graxo com propriedades anti-inflamatórias, muito importante na cicatrização de feridas.
    Lado ruim: Por ser muito adocicado, não agrada a todos pelo paladar.
    Melhor forma de utilizar: Como hidratante para o corpo e para pele, pois ajuda na prevenção de estrias e celulites, devido à alta concentração de vitamina E. E pode ser também utilizado para temperar saladas e até mesmo para frituras, pois não forma substância cancerígenas em altas temperaturas.

    Óleo de semente de abóbora

    Benefícios do uso: Rico em carotenoides, triptofano, e magnésio. Portanto, esse óleo é um  poderoso antioxidante, tem efeito de calmante natural e potencializa o nosso sistema imunológico.
    Lado ruim: Não pode ser utilizado para frituras, pois é sensível ao calor.
    Melhor forma de utilizar: Para temperar saladas e em preparações culinárias.

    Óleo de oliva

    Benefícios do uso: Ele é rico em ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, que ajuda a diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom colesterol. É rico em antioxidantes que impedem a oxidação do colesterol e o acúmulo de placas de gorduras nos vasos sanguíneos.
    Lado ruim: Não pode ser utilizado para frituras, somente em preparações de pratos quentes, onde o calor é controlado.
    Melhor forma de utilizar: É recomendável para molhos de salada e pratos quentes – e sempre que possível no final do preparo.

    Óleo de canola

    Benefícios do uso: O óleo de canola contém menor teor de gordura saturada, se comparado com outros óleos, e é rico em  ômega 3 e ômega 6.
    Lado ruim: A canola cultivada no mundo é geneticamente alterada a fim de que consiga sobreviver ao plantio realizado com o uso de pesticidas nocivos tanto à planta quanto aos seres humanos. E esses agrotóxicos ficam armazenados justamente nos lipídeos da planta, ou seja, em seu óleo, que consumimos. Durante o processamento e refinamento, os óleos poliinsaturados dos quais são formados se deformam com a luz, com o calor e com a pressão. Desse modo, oxidam-se, aumentando os radicais livres em nosso organismo, o que causa o seu envelhecimento precoce.Tal processo gera óleos altamente inflamatórios, fazendo com que contribuam para o aumento de doenças degenerativas, do coração e ainda facilitem o ganho de peso.
    Melhor forma de utilizar: Melhor optar por um óleo mais saudável.

    Óleo de girassol

    Benefícios do uso: Este óleo é rico em vitamina E, que ajuda a prevenir doenças como asma, artrite reumatoide e câncer de cólon.
    Lado ruim: Ele é rico em ácidos poli-insaturados, que podem reagir com o organismo oxidando e danificando o sangue arterial. O excesso desses ácidos também pode elevar os níveis de pressão arterial, causando distúrbios renais e outras complicações graves. O consumo excessivo pode causar obesidade, dores nas articulações e diabetes.
    Melhor forma de utilizar: “Melhor optar por um óleo mais saudável.

    Óleo de linhaça

    Benefícios do uso: O óleo de linhaça é saboroso e conhecido por sua alta concentração de ácidos graxos ômega 3, que reduz a inflamação nas articulações, pele e rins, mas também reduz os níveis de colesterol.
    Lado ruim: Não pode ser esquentado, sendo utilizado somente em preparações a frio.
    Melhor forma de utilizar: Na salada.

    Óleo de abacate

    Benefícios do uso: É rico em beta-sitosterol, gorduras monoinsaturadas, vitamina A e um alto teor de vitamina E, quase o dobro do óleo de semente de uvas. E por conter essas propriedades nutricionais o óleo ajuda a reduzir os níveis de cortisol, hormônio responsável pela compulsão por comer e pelo acúmulo de gordura na região do abdome.
    Lado ruim: Não tem.
    Melhor forma de utilizar: Pode ser consumido puro ou utilizado em diversas preparações, é mais estável a altas temperatura, podendo ser utilizado em preparações quentes, como refogados e frituras, sem alterar sua estrutura química.

    Óleo de amendoim

    Benefícios do uso: É rico em vitamina E e Ômega 6, que previnem a formação dos radicais livres, combatendo o envelhecimento precoce; o Ômega 6 é um renovador celular. O óleo tem grande quantidade de gorduras monoinsaturadas/insaturadas, que previnem a formação de coágulos nas artérias, protegendo o coração.
    Lado ruim: Seu uso deve ser moderado, se consumido em grandes quantidades, pode perder o efeito.
    Melhor forma de utilizar: Pode ser usado em frituras, já que é mais resistente à oxidação do que os demais óleos e azeites, além de não engrossar, não soltar fumaça e nem escurecer durante o processo de fritura.

    Óleo de coco

    Benefícios do uso: Tem propriedades antiviral, antifúngica e  antibacterianas. Contém triglicerídeos de cadeia média, que é de fácil absorção, não acumulando na forma de gordura.
    Lado ruim: Por ser metabolizado no fígado, portanto quem possui alguma doença hepática deve evitar o consumo excessivo.
    Melhor forma de utilizar: Em saladas e em preparações quentes, até mesmo em frituras, pois é resistente a altas temperaturas e não sofre deterioração.

    Fonte: http://patriciadavidson.com.br/

  • Li esse artigo da minha nutri Dra Patricia Davidson e achei legal compartilhar com vocês pois acho que bastante gente, assim como eu, passa por essas dificuldades!! Vale a leitura!

    doces

    Às vezes comprometemos um dia ou uma semana inteira de alimentação regrada por conta da vontade incontrolável de comer um doce. O problema é que nesses momentos, nunca fica no um. Come-se um, dois, três… O estresse que te desestabiliza em um determinado momento pode colocar tudo a perder.

    Quando consumimos muitos doces, o ganho de peso é sobretudo em gordura abdominal já que eles estimulam a liberação de insulina, hormônio que metaboliza o carboidrato para que ele não se transforme em açúcar no nosso corpo, e a sua produção em excesso gera maior acúmulo de gordura.

    Funciona assim: você ingere açúcar ou carboidrato e sua a liberação de insulina aumenta, o que faz seu organismo entender que você precisa repôr a energia que foi embora. Logo, você “precisará” comer mais açúcar, voltará a estimular a insulina e assim sucessivamente, favorecendo a compulsão e fazendo com que seu corpo entenda que você precisa de açúcar e carboidrato o dia inteiro.

    É bem comum que o quadro esteja ligado ao estresse e à ansiedade. Se algo afeta a pessoa ao longo dia, ela vê a compensação no doce e inicia-se o ciclo vicioso que expliquei aqui em cima.

    ciclo-insulina

    Outro fator super relevante é o aumento do cortisol (o hormônio do estresse), que também aumenta insulina. Ele é produzido quando o corpo está sob tensão, principalmente quando a pessoa não dorme bem. Pra vocês entenderem melhor o impacto, saibam que duas horas a menos de sono pode aumentar a fome em 24% no dia seguinte. Com o cortisol desregulado e com a produção de neurotransmissores calmantes, adivinhem onde o corpo busca energia? No açúcar, claro! O problema está na sua rápida absorção, uma hora depois o efeito já passou e aí lá vamos nós em busca de mais.

    Ao dormir bem, produzimos serotonina e dopamina, substâncias calmantes que controlam a ansiedade e regulam humor e saciedade, mas é possível que a pessoa não tenha condições de produzí-las de maneira satisfatória pela falta de triptofano, magnésio, vitamina B, cromo… Por isso é essencial termos matéria-prima para produzi-las, que vem da alimentação. Fabricadas a um níveis cerebrais bons, conseguimos controlar a saciedade.

    Consumir os alimentos que o corpo não metaboliza bem também interfere na produção dos neurotransmissores e pode ser a chave para o tratamento da compulsão.

    Algumas dicas pra não elevar a glicose:

    – Evite misturar tipos de carboidrato nas refeições;

    – Adicione fontes de fibras como sementes de abóbora, girassol ou chia para diminuir o impacto do carboidrato no organismo;

    – Procure consumir um tipo de proteína com o carboidrato para absorção ser mais lenta e você não entrar no ciclo vicioso que falamos aqui.

    Fonte: Patricia Davidson Haiat

  • Recentemente procurando por novidades no ciclismo, me deparei com o “RearViz”.

    Ele nada mais é do que um espelhinho de pulso, parece até um relógio! O espelho é convexo, então aumenta seu campo de visão, e basta usar no seu pulso escolhendo o melhor ângulo e pronto, você consegue ver o que está atrás sem distorções!

    REARVIZ

     

    E aí será e que essa moda pega?!

  • volei

    Além da rotina de treinamentos, a dieta equilibrada dos jogadores de vôlei é extremamente importante, já que o esporte requer força, flexibilidade e agilidade.

    De todos os nutrientes, o carboidrato é o que deve apresentar maior contribuição no valor calórico. A maioria dos estudos com atletas apresentam uma ingestão calórica subestimada. Esse aumento no consumo de carboidratos é fundamental principalmente para a reposição de glicogênio muscularregeneração das fibras musculares e retardo na fadiga. Sendo assim, é necessário um aporte ideal de carboidrato antes, durante e após o exercício.

    Com relação à proteína, sua necessidade é aumentada devido a uma maior demanda metabólica, sendo essencial um aporte adequado principalmente para a recuperação muscular.

    Outro fator importante é a hidratação dos atletas. Uma hidratação inadequada pode comprometer, de maneira considerável, o desempenho e causar sintomas como fadiganáuseas e boca secaSomente a ingestão de água não é o suficiente para a reposição de líquidos e eletrólitos (principalmente para repor sódio e potássio).Repositores à base de carboidratos são bastante indicados.

    Quanto aos micronutrientes, os minerais, que têm uma função mais importante no desenvolvimento da atividade, são: magnésio, ferro, zinco, sódio, potássio e cálcio.

    Portanto, se o vôlei faz parte da sua rotina, seja como profissão ou como diversão, não deixe de dar a devida atenção à alimentação para garantir um bom desempenho no esporte, para que assim seu corpo possa reagir de forma positiva a todo o esforço desprendido.