• Os diferentes tipos de óleo
    23/11/2016

    Engana-se quem pensa que na cozinha todo óleo é igual: o ingrediente primário de qual cada produto é feito determina não só ganhos imensuráveis para a saúde de quem o consome como também qual tipo de utilização ele permite.

    Vejam as particularidades de cada um abaixo e sigam para as compras sabendo qual escolher:

    OLEO

    Óleo de uva

    Benefícios do uso: Rico em vitamina E, é um super antioxidante que ajuda na revitalização da pele. É rico também em Omega 6, que é um ácido graxo com propriedades anti-inflamatórias, muito importante na cicatrização de feridas.
    Lado ruim: Por ser muito adocicado, não agrada a todos pelo paladar.
    Melhor forma de utilizar: Como hidratante para o corpo e para pele, pois ajuda na prevenção de estrias e celulites, devido à alta concentração de vitamina E. E pode ser também utilizado para temperar saladas e até mesmo para frituras, pois não forma substância cancerígenas em altas temperaturas.

    Óleo de semente de abóbora

    Benefícios do uso: Rico em carotenoides, triptofano, e magnésio. Portanto, esse óleo é um  poderoso antioxidante, tem efeito de calmante natural e potencializa o nosso sistema imunológico.
    Lado ruim: Não pode ser utilizado para frituras, pois é sensível ao calor.
    Melhor forma de utilizar: Para temperar saladas e em preparações culinárias.

    Óleo de oliva

    Benefícios do uso: Ele é rico em ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, que ajuda a diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom colesterol. É rico em antioxidantes que impedem a oxidação do colesterol e o acúmulo de placas de gorduras nos vasos sanguíneos.
    Lado ruim: Não pode ser utilizado para frituras, somente em preparações de pratos quentes, onde o calor é controlado.
    Melhor forma de utilizar: É recomendável para molhos de salada e pratos quentes – e sempre que possível no final do preparo.

    Óleo de canola

    Benefícios do uso: O óleo de canola contém menor teor de gordura saturada, se comparado com outros óleos, e é rico em  ômega 3 e ômega 6.
    Lado ruim: A canola cultivada no mundo é geneticamente alterada a fim de que consiga sobreviver ao plantio realizado com o uso de pesticidas nocivos tanto à planta quanto aos seres humanos. E esses agrotóxicos ficam armazenados justamente nos lipídeos da planta, ou seja, em seu óleo, que consumimos. Durante o processamento e refinamento, os óleos poliinsaturados dos quais são formados se deformam com a luz, com o calor e com a pressão. Desse modo, oxidam-se, aumentando os radicais livres em nosso organismo, o que causa o seu envelhecimento precoce.Tal processo gera óleos altamente inflamatórios, fazendo com que contribuam para o aumento de doenças degenerativas, do coração e ainda facilitem o ganho de peso.
    Melhor forma de utilizar: Melhor optar por um óleo mais saudável.

    Óleo de girassol

    Benefícios do uso: Este óleo é rico em vitamina E, que ajuda a prevenir doenças como asma, artrite reumatoide e câncer de cólon.
    Lado ruim: Ele é rico em ácidos poli-insaturados, que podem reagir com o organismo oxidando e danificando o sangue arterial. O excesso desses ácidos também pode elevar os níveis de pressão arterial, causando distúrbios renais e outras complicações graves. O consumo excessivo pode causar obesidade, dores nas articulações e diabetes.
    Melhor forma de utilizar: “Melhor optar por um óleo mais saudável.

    Óleo de linhaça

    Benefícios do uso: O óleo de linhaça é saboroso e conhecido por sua alta concentração de ácidos graxos ômega 3, que reduz a inflamação nas articulações, pele e rins, mas também reduz os níveis de colesterol.
    Lado ruim: Não pode ser esquentado, sendo utilizado somente em preparações a frio.
    Melhor forma de utilizar: Na salada.

    Óleo de abacate

    Benefícios do uso: É rico em beta-sitosterol, gorduras monoinsaturadas, vitamina A e um alto teor de vitamina E, quase o dobro do óleo de semente de uvas. E por conter essas propriedades nutricionais o óleo ajuda a reduzir os níveis de cortisol, hormônio responsável pela compulsão por comer e pelo acúmulo de gordura na região do abdome.
    Lado ruim: Não tem.
    Melhor forma de utilizar: Pode ser consumido puro ou utilizado em diversas preparações, é mais estável a altas temperatura, podendo ser utilizado em preparações quentes, como refogados e frituras, sem alterar sua estrutura química.

    Óleo de amendoim

    Benefícios do uso: É rico em vitamina E e Ômega 6, que previnem a formação dos radicais livres, combatendo o envelhecimento precoce; o Ômega 6 é um renovador celular. O óleo tem grande quantidade de gorduras monoinsaturadas/insaturadas, que previnem a formação de coágulos nas artérias, protegendo o coração.
    Lado ruim: Seu uso deve ser moderado, se consumido em grandes quantidades, pode perder o efeito.
    Melhor forma de utilizar: Pode ser usado em frituras, já que é mais resistente à oxidação do que os demais óleos e azeites, além de não engrossar, não soltar fumaça e nem escurecer durante o processo de fritura.

    Óleo de coco

    Benefícios do uso: Tem propriedades antiviral, antifúngica e  antibacterianas. Contém triglicerídeos de cadeia média, que é de fácil absorção, não acumulando na forma de gordura.
    Lado ruim: Por ser metabolizado no fígado, portanto quem possui alguma doença hepática deve evitar o consumo excessivo.
    Melhor forma de utilizar: Em saladas e em preparações quentes, até mesmo em frituras, pois é resistente a altas temperaturas e não sofre deterioração.

    Fonte: http://patriciadavidson.com.br/

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