• pathelu

    Ingredientes:

    340g de quinoa negra ou branca
    200g de shimeji
    10g cebolete finamente picada
    100g cebola picada
    15g de alho picado
    30ml de óleo de coco
    400g de abóbora japonesa
    30g de amêndoas laminadas torradas
    525ml de caldo de legumes caseiro
    10g tomilho
    sal rosa à gosto
    pimenta do reino à gosto

    Creme de Pupunha:

    500g de pupunha
    água
    sal marinho

    Cozinhe a pupunha com sal até ficar molinha. Bata no liquidificador com pouca água do cozimento para virar um creme, tempere com pimenta do reino, acerte o sal se necessário e reserve;

    Modo de Preparo:

    Corte a abóbora em cubos pequenos, tempere com um fio de óleo de coco, sal, pimenta do reino e tomilho e leve ao forno pré aquecido na temperatura de 200 graus por aproximadamente 30 minutos ou até ficar macio por dentro e crocante por fora;

    Aqueça o óleo de coco em uma panela sobre fogo médio, adicione o alho e refogue até dourar, em seguida adicione as cebolas e refogue por alguns minutos;

    Adicione o shimeji e refogue por mais 2 minutos;

    Coloque a Quinoa, mexa bem e adicione o caldo;

    Deixe ferver, adicione sal e abaixe o fogo. Tampe a panela e deixe cozinhar por 20 minutos;

    Tempere com sal, pimenta do reino e cebolete, adicione a abóbora e o creme de pupunha (apenas na hora de servir) e finalize com as amêndoas laminadas.

    Tudo começou no mercado financeiro, passou pelo mundo da moda e foi na cozinha funcional que a realização se concretizou.
    A necessidade da praticidade, o pedido incansável das amigas e uma busca por uma vida mais saudável foi a equação que levou Patrícia Helu a largar uma rotina de números e botões para se dedicar à cozinha.
    Hoje ela customiza cardápios, é uma personal chef de mão cheia, habitué de exercícios no parque, yoga e uma apaixonada pelo novo, inusitado e o desconhecido. Está sempre fazendo novos experimentos culinários, e é pelo instagram @patriciahelu – ou nas suas aulas individuais – que ela mostra como ninguém como deixar a vida mais incrível e saborosa, cheia de nutrientes e cores.

  • Distância: De Bédoin, 21.8km
    Máxima inclinação: 11%
    Vertical (altimetria acumulada): 1,611m
    Perigos: Vento, calor e duração

    O seu nome significa ventoso, o que é de fato verdade, pois no cume já se registraram velocidades de 320 km/h, especialmente do vento mistral. O vento é superior a 90 km/h em mais ou menos 240 dias por ano.A montanha tem sido utilizada como final de etapa em várias edições do Tour de France, de  bicicleta.

    Mont Ventoux é uma das escaladas mais clássicas na comunidade ciclística e também a mais temida na França. Conhecida como o “gigante da Provence” a subida é longa, com 1.912 metros de altimetria acumulada. São 21.8km a partir da cidade de Bédoin, sempre com estrada asfaltada e inclinação constante de 10%.

    Talvez a inclinação não seja um problema para a maioria dos ciclistas, só que a cada metro de altitude, o ambiente vai ficando sem vegetação e cada vez mais exposto às influências dos ventos fortes de várias direções. O local, inclusive, já foi palco de acontecimentos trágicos como a morte por exaustão do ciclista inglês Tom Simpson, de 29 anos, durante o Tour de France de 1967.

    Na subida de 1970 Eddy Merckx venceu a etapa mas teve de receber oxigênio; o mesmo aconteceu no Tour de 2013, quando Chris Froome venceu a etapa mas também precisou receber oxigênio após o fim da prova.

    montventoux

    Sem dúvidas foi um dos treinos mais duros da minha vida! Realmente não podemos subestimar o Mont Ventoux. Mais de duas horas de subida sem nenhum descanso, mas valeu a pena! A sensação de chegar ao topo de uma das montanhas mais temidas pelos ciclistas foi demais!

  • Semana passada mostrei no meu snapchat (carolbuffara) o livrinho de orações que levo sempre comigo na bolsa!

    Ele é super delicado, tem meu nome gravado na frente e é todo feito à mão pela Eleonor Falci!

    eleanorfalci

  • fitchef

    Ingredientes:
    3 ovos orgânicos
    200ml de leite de coco
    4 colheres de sopa de adoçante culinário (dar preferência aos naturais)
    1/2 xícara de fubá orgânico
    3/4 xícara de coco ralado
    3/4 xícara de farinha de arroz
    2 colheres de sopa de óleo de coco ou azeite
    2 colheres de sopa de polvilho doce
    2 colheres de sopa de castanha do pará triturada, tipo farinha (opcional)
    2 colheres de chá de fermento

    Preparo:
    Em um recipiente bata os ovos com o adoçante e o óleo de coco. Vá juntando os demais ingredientes, um a um, deixando o fermento por último. Misture bem até que vire uma massa homogênea.
    Unte uma forma, não muito grande, no formato de sua preferência, com azeite; Acomode a massa e leve para assar por aproximadamente 25 minutos ou até que esteja totalmente cozida.

    Calda de Goiaba:

    2 goiabas bem maduras
    3 colheres de sopa de mel (ou o adoçante de sua preferência)
    1/2 xícara de água filtrada

    Descasque as goiabas e corte-as em cubos.
    Em uma panela coloque as goiabas picadinhas, junte a água, o mel e em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até que a água seque e a goiaba fique bem macia, e a mistura pareça uma geléia.
    Pronto! É só distribuir por cima do bolo.

    Rafaela Ramallo, carioca, 33 anos, está no mercado financeiro pela profissão e na cozinha por paixão! Veio de uma família onde a cozinha se resume ao ponto de encontro da casa. (Olha aí uma coisa que temos em comum! Tenho certeza que muitas vão se identificar conosco). Alguns anos atrás se viu inserida na necessidade de mudar radicalmente seus hábitos alimentares e foi daí que surgiu o” hobby”: Healthy Food- comida saudável para sempre! Perdeu quilos e ganhou saúde comendo tudo que ama, mas com substituições mais saudáveis! “Tudo pela comida da longevidade e pela cozinha do futuro.”, diz a Fit Chef. Para quem quiser seguir a Rafa, seu Instagram é @rafaelaramallo

  • São tantos produtos que a gente até se perde rsrs! Mas minha dermato querida, Dra Juliana Neiva (@clinicajuliananeiva) vai esclarecer para gente!

    O BB é ideal para quem quer ter o efeito de base, ele uniformiza o tom da pele, controla a oleosidade, disfarça poros e linhas de expressão além de hidratar e proteger.

    O CC Cream tem hidrata, protege e ainda por cima, tem uma função clareadora.

    Já o EE Cream tem uma ação esfoliante que ajuda na remoção das impurezas da pele e é mais voltado aos cuidados da mesma.

    Os que eu gosto:

    cremes